domingo, 26 de junho de 2011

Embaixadora da Boa Vontade !!




Meu nome é Julia Canhadas Ribeiro e tenho 17 anos.
No dia 12 de Agosto de 2010, embarquei no aeroporto de Guarulhos para uma viagem de 31 horas e meia até a “Terra do Sol nascente”.

Meu intercâmbio por meio do YEP (Youth Exchange Program), idealizado pelo Rotary international e apoiado pelo Rotary de Santos.

As casas das minha host familys foram todas em cidades na divisa entre as províncias de KANAGAWA e TOKYO. Entretanto, a cidade de minha escola chama-se SAGAMIHARA, localizada à cerca de 300 km da usina atômica de FUKUSHIMA.

Dia 11 de março deste ano, estava em um dos ginásios da minha escola ensaiando para uma peça de teatro, quando um tremor de mais de 5 graus atingiu minha região. A estrutura não cedeu, mas o barulho foi estrondoso, digno de choros e gritos de todos os alunos presentes. O desespero tomou conta de mim; impossível ficar de pé ou se deslocar. Ao término, professores e funcionários evacuaram todos os alunos para o “grande campo”. Com um megafone fomos avisados: “este tremor veio do norte. Temos informações de que um pós-choque nos atingirá em cerca de cinco minutos”. Dito e feito. “O país está em alerta de tsunamis. Ônibus e trens estão parados. Aqueles que puderem chegar em casa em menos de 15 minutos de bicicleta ou andando serão dispensados mais tarde. Lembrando de que deve-se contatar a família antes. Todas as atividades da escola estão suspensas. Para a fração de alunos que vão permanecer na escola, vocês serão organizados em salas de aula. Por ora todos devem pegar o material e retornar ao campo. Ainda há grandes riscos de tremor.
Minha rota da casa de minha família na época, até a escola, totalizava de 50 minutos. Eu precisava andar de bicicleta, tomar trem e andar. Por ser intercambista, eles diriam que pensariam em outra solução. Porém, por enquanto, estaria no segundo grupo. Após duas horas e inúmeros tremores, pediram que eu fosse à casa de minha SEGUNDA família, à 10 minutos da escola. O vento soprava na direção contraria, a ponto de me desequilibrar incontáveis vezes. Consegui chegar ao meu destino em torno das 17:30., e pude ver nas notícias imagens ao vivo dos tsunamis. Ainda no mesmo dia, fui transportada de volta para a casa em que estava morando : sem luz. Fiquei na parte em que foi atingida pelo primeiro apagão. A noite foi fria, sem aquecedor. As linhas de telefone congestionadas. Sem internet. Não possuía maneiras de entrar em contato com ninguém do Brasil.
O dia amanheceu cinza e triste. Caminhei ate a estação para ir à escola. Esperançosamente, o ensaio não teria sido cancelado. Os trens já funcionavam, em uma taxa de 30% da circulação habitual. O ar estava pesado, mas todos foram de cabeça erguida trabalhar. Muitos faltaram ao ensaio, já que passaram a noite na escola; e por morarem longe, os pais preferiram que permanecessem em suas residências. A semana seguiu-se da mesma forma. Com a instabilidade da energia elétrica, rotações de apagões foram feitos: bairros foram agrupados em diversos grupos, cada um com um horário diferente para cumprir com apagão caso a luz faltasse; muitas linhas de trem estavam paradas; as que funcionavam, com apenas uma porcentagem da atividade normal. Incrível como todos que podiam sempre iam à escola. O número de compra de tênis esportivos cresceu no país: criou-se o hábito de acordar mais cedo e ir ao trabalho à pé. As duas semanas que sucederam o acontecido, ao menos um tremor intenso por dia e inúmeros de escala menor. Foi em um dias desses que eu passei por um tremor ainda maior, de mais de 6 graus.
Não houve um dia em que o povo baixou a cabeça e aceitou a situação. Não foram coagidos nem mesmo após o acidente nuclear. Nunca deixaram de lutar, nem por um dia. Trabalhavam, estudavam; tentavam manter uma rotina normal. Eles sabiam que a situação não era boa, mas “lamentar não leva à nada” como disse um de meus pais japoneses. Eu decidi ficar e ajudar. Fiz muitos trabalhos voluntários para arrecadar dinheiro; economizei luz e água; racionei comida. Em uma das reuniões rotineiras no Rotary, meu conselheiro orgulhosamente bradou: “ Você realmente aprendeu a ser japonesa. Você nos entende e entende nossa cultura. É uma pena que esteja aqui em um tempo como esse. Mas você verá, tudo vai ficar bem. Acredite no Japão, por favor.” E eu repito: acreditem no Japão.
O período que fiquei fora do Brasil somou-se 10 meses. Passaram rápido e, não fosse o acidente nuclear, tenho certeza de que completaria o ciclo de 12 meses e ainda pediria por mais. O segredo é adaptação, e ouso dizer que eu soube adaptar-me muito bem. Só estou tendo dificuldades agora para me reintegrar ao Brasil. (risos)
Fui hospedada por três famílias. A quarta já estava se preparando para me receber quando minha volta foi solicitada. Todas completamente diferentes, divergindo em diversos pontos como exigências, construção familiar, envolvimento, comida etc. Minha primeira mãe foi Filipina e, mesmo após 20 anos no Japão, admitia não dominar o idioma. Ela me auxiliou muito quanto aos costumes, me preparou. Além do mais, o meu pai era bastante aberto à diferenças culturas, amenizando bastante meu choque cultural. Eu era filha única, assim como sou no Brasil, entre outras semelhanças.
A segunda era composta por mãe, pai, dois irmãos, uma irmã, avós e uma cadela bacê ( a cookie). Meus irmãos estavam ocupados de domingo à domingo, o dia todo, o que me inspirou muito a procurar atividades para manter-me ocupada. Em duas semanas de adaptação, comecei tantos cursos e aulas que mal tinha tempo para conversar com meus pais. Uma vez ao mês era muito.
No Natal, recebi uma ligação de meu pai brasileiro solicitando que participasse por internet da ceia. Lembro-me bem, que passei meu Nata,l afundada em deveres de férias. Meus irmãos, todos fora o dia inteiro, trabalhando, estudando ou treinando esportes. De noite comemos “bolo de Natal”. E só. Por incrível que pareça, não senti falta de nada. Sentia-me tão integrada na cultura que já estava começando a pensar como uma japonesa.
Já a minha terceira família, era um casal de idosos de 70 anos cada um, e uma das filhas de 30 que ainda não estava casada. O pai, bem restrito. A mãe, muito “moderna” e energética. Talvez tenha sido a mais difícil para adaptação, mas mesmo assim, não tive problemas. Estava sempre tão ocupada com atividades na escola, e minha mãe me mimava como uma avó (risos).Gostei tanto deles quanto às famílias anteriores.
O meu conselheiro também foi um pai para mim. Nunca me recebeu para mais de um jantar em casa, mas sempre se preocupava comigo, estava aberto para me ouvir sempre além de procurar sempre o melhor para mim. Meus pais certamente nunca confiaram em outra pessoa como neste meu conselheiro. Arrisco dizer que é a pessoa que mais me apeguei e que mais sinto falta do Japão. É o meu segundo pai...e mãe!
Eu freqüentei uma escola pública, renomada em todo o Japão. Como o ano letivo vai de abril à março, entrei cursando o segundo ano do ensino médio. Entrei para os clubes de Vôlei, caligrafia, cerimônia do chá, art-live e dança. Eu tinha permissão dos professores para revezá-los, podendo assim participar de um maior número já que todas as práticas são diárias (domingo à domingo). Fiz aulas de Kendo (luta com espadas japonesas) e de japonês à parte. Pratiquei esqui e patinação no gelo também. Enfim, aproveitei ao máximo. Se há algo que posso afirmar de meu intercâmbio é que eu aproveitei ao máximo. Por me esforçar tanto para conhecer a cultura, e até mesmo por fazer todas as provas, cativei e impressionei meus professores.
O idioma foi difícil no começo. Em duas semanas me acostumei com o “kangaekata”, ou seja, a forma de se pensar. Então já conseguia pelo menos entender. Então comecei a assistir seriados, desenhos, filmes etc. Isso foi muito importante para aprender um vocabulário muito variado. A partir do meu segundo mês, toda semana alugava da biblioteca municipal cerca de 5 livros infantis. Com o tempo passei à livros e alguns jornais. Mesmo que usasse muito dicionário, sempre somava como aprendizado. Ainda sim, o mais importante é conversar. Procurei nunca desperdiçar tempo com colegas. Sempre falando, sendo corrigida, prestando atenção nos sotaques e formas de falar. Fui muitas vezes elogiada de meu japonês ser muito natural para uma estrangeira. Hoje já me expresso muito bem na língua.
Acredito que intercâmbio é o primeiro passo de um caminho que nos direciona à um mundo melhor. Se existe um meio de atingir a paz mundial, é através do respeito mútuo entre as nações; Se desde jovem você aprende a gostar de uma outra cultura, de um outro povo, você também abre a mente e compreende que todas as outras também são válidas; são apenas outras formas de ver o mesmo mundo. Desempenhar o trabalho de embaixadora amigável é, acima de tudo, mostrar às pessoas que você aprova, admira o país dela, respeita tanto quanto a própria pátria. Você toca, alcança o coração de inúmeras pessoas. Elas vão passar a  compreender e respeitar diferenças também. É um efeito dominó. Há pelo menos 10 amigos que decidiram fazer intercâmbio ao me acompanhar. É, sem dúvidas, o melhor ‘trabalho’ do mundo.
Há uma diferença entre a vida de adolescente e de uma intercâmbista. Intercâmbista não tem preferência de comida; come qualquer coisa. Não tem dor de cabeça, de barriga; está sempre bem disposto e com sorriso no rosto. Não reclama; tudo está sempre perfeito. Não sente saudades de casa; se adapta.
Eu me integrei em outra cultura. Eu aprendi a me adaptar. Eu senti como a vida é frágil, como pode não haver um amanhã. Desenvolvi ainda mais independência. Eu cresci.
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sábado, 18 de junho de 2011

Importantes dicas para entrevista de emprego.

São em alguns pequenos mais importantes detalhes que se perde uma oportunidade nos dias de hoje, onde além de um mercado repleto de bons candidatos e a oferta cada vez mais restrita, passar cada fase de conquista à uma vaga é um exercício para os que estiverem preparados. Coordenei um trabalho de seleção de pessoal voltado para uma casa de serviços. Seriam selecionados aproximadamente 20 funcionários em diversas funções. Os currículos foram requisitados a serem enviados por e-mail e chegaram mais de 400 deles. Selecionamos 80 a participarem de uma entrevista. E é neste momento que a maioria não esta preparada e as vezes por detalhes. Estudar o mercado, a função que pretende pleitear, conhecer um pouco da empresa ou do sistema aplicado possibilitam que o candidato participe da entrevista com mais segurança e atraia o interesse do entrevistador.
Naturalidade, seja você mesmo e não vá com nada decorado. A preocupação com o modo de vestir e detalhes como sapatos, bolsa e asseio pessoal fazem a diferença, acredite ! mas é no momento que você abrir a boca é que será avaliado. Ao chegar ouça atentamente, deixe que se esgote o que o entrevistador tem a dizer, pois você terá a sua vez, fique tranquilo.
Tenha em mente o objetivo que deseja caso seja contratado pela empresa, pois perguntas como, Porque gostaria de trabalhar nesta empresa, são utilizadas de primeira e costumam fazer a diferença. Saber o que o mercado paga em média pela função que deseja ajuda a interagir com o entrevistador e demonstra conhecimento de mercado.Separe um momento para finalizar dizendo de suas habilidades e o porque a empresa fará uma boa escolha ao contratá-lo. Destaque-se !

marcocantuaria@hotmail.com

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

inspire-se








A satisfação em concluir projetos é muito gratificante. E o melhor é a certeza de que você conseguiu alterar a vida das pessoas, que é possível de alguma forma, mesmo que indiretamente melhorar a vida das pessoas. É assim que devemos nos inspirar para criarmos e desenvolvermos projetos. Mesmo que seja algo tão pessoal ou profissional, inspire-se para encontrar uma forma de expandir e atingir pessoas, a vida das pessoas, pois esta é a magia que faz as coisas acontecerem, é o que fica ao final de sua grande inspiração. É possível fazer algo pensando em você, mas que ao final irá envolver tantos outros, experimente.

sábado, 11 de junho de 2011

empresas que pedem para ser amigas estão equivocadas !!


É indiscutível o espaço que as ferramentas sociais na Internet tomaram em nossas vidas, sem dúvida estamos vivendo o que podemos chamar de conectividade total. São poucas as ações em nosso dia a dia que não podem ser resolvidas por meio de conexão, mesmo que indiretamente. Mas também é notório que estas mesmas ferramentas de hoje, após uma fase intensa de sucesso passam a ser bombardeadas por formas "poluídas" e equivocadas de manifestações, que tornam o uso destas menos atraentes, sem falar na descaracterização da privacidade, pois aquilo que deveria formar uma rede de amigos acaba sendo atacada vorazmente pelo comércio eletrônico que se forma ao redor e acessoriamente. Quero dizer que mais uma vez se inverte alguns conceitos e o Principio do menor esforço também se aplica ao mau uso destas ferramentas por empresas que pedem para ser seus amigos!! ora, não seríamos nós que deveríamos pedir para ser amigos ou fãs de certa empresa ? Não haveria elas de nos tornarem fãs dos serviços ou produtos por elas oferecidos? ao contrário vemos o que para elas são um sinal de conquista de espaço, para a maioria dos usuários se tornam as "chatas" da conectivade social. Parece-me que ainda procuram por atalhos que não se pode criar, ou seja, primeiro estabeleça uma relação de "ajuda” e comprometimento com seus clientes para depois oferecer a estes uma oportunidade de conexão com a Empresa. Tenha seguidores reais e não apenas virtuais em sua empresa, o trabalho e o caminho são mais longos e duros, pois não é possível criar carteira sólida e respeitável de clientes, sem antes de receber, Servir..

marcocantuaria@hotmail.com

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

aprenda a melhorar o seu dia a dia na empresa..











Sempre me perguntam a respeito da organização de um dia de trabalho, ou seja, como melhorar o dia a dia do gerenciamento de uma empresa? Respondo dizendo que primeiro você precisa melhorar o gerenciamento da sua vida, você precisa ter real noção que mudança de comportamento é essencial. É preciso ter alguns momentos pré definidos no seu dia de trabalho para gestão. Reserve inicialmente 1 hora de pura concentração para você e sua empresa. Isso não quer dizer que esta 1 hora você deve deixar de almoçar ou ficar após o expediente. Gestão inteligente e estratégica é o que você deve construir e não destruir sua vida, pois sua empresa precisa de você bem. Chamo de gestão, porque esta 1 hora você focará passo a passo em tomar decisões e planejar. Comece com as pendências mais antigas, procure ser prático, se perceber que o negócio não anda, reserve ao lado e passe para o próximo até conseguir chegar às ações que serão objetivos para o futuro. Perceba horários que você tem mais possibilidade para realizar esta gestão com planejamento, você precisa todos os dias criar algo novo, que seja um e-mail, mas coloque também no papel um projeto para médio ou longo prazo e crie ações para este projeto, acompanhe e sinalize cada ação realizada. Tenha sua própria lista para monitorar o que você delegou inclusive o que colocou como missão para você, pois cobrar resultados e prazos torna você um realizador. Alcançar 2 ou 3 horas de gestão por dia é muito trabalho, e é mais do que suficiente para um gerenciamento de sucesso, até em uma grande empresa. Perceba quanta energia é dispensada por dia para coisas que não contribuirão para o sucesso da empresa. A receita é otimizar seu tempo, gastar energia em gestão realmente, fora disto, você sem culpa poderá ir fazer seu network, vendas e aquele cafezinho que faz parte do negócio também. Para quem acha impossível reservar esta hora, digo que se você iniciar criará um hábito, onde funcionários, vendedores e outros mais aprenderão que neste horário você não esta disponível, afinal, mudança de comportamento, ninguém poderá fazer por você,como eu disse, é com você!

Publicado na Edição 416 do Jornal de Peruíbe

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Conhecer seu cliente é indispensável.


..conhecer seu cliente, seus hábitos, suas dificuldades, anseios e expectativas na busca de produtos e serviços farão com que você se capacite a prestar a melhor ajuda que ele jamais pode esperar.O fato do cliente demonstrar à todos ao redor, seja na empresa ou no lar, de que faz a melhor escolha ao negociar com você é o que mais o satisfaz , é o que o tornará temporariamente fiel a você, pois nos movimentamos dia a dia em busca do sucesso, de acertos e precisamos deste reconhecimento. O primeiro passo é aceitar que tudo é conseqüência das nossas ações, tudo que acontece de bom ou de ruim em sua empresa, você é o responsável, acredite. Mas é importante se convencer que muitas vezes nos encontramos desta forma, porque não fomos capazes de valorizar o nosso produto ou serviço, transferindo o mesmo sentimento ao cliente. Com a compreensão deste fato, será possível entender que devemos nos preparar melhor, e aprimorar nosso produto para a real necessidade do mercado, daí conhecer realmente o seu cliente é imprescindível. "Calce os sapatos" destes, sinta-se no lugar deles. Veja ao redor as opções e alternativas que o mercado lhe oferecem e principalmente o que não oferecem à ele, motivo que certamente o frustra. Motive-se, com pequenas mudanças de comportamento será possível alterar este quadro, pois o cliente precisa sentir segurança em sua voz, sua atenção, seu atendimento para que independentemente do valor, ele tenha certeza de que naquele instante ele pode até estar pagando mais, mas para receber o melhor ! É um exercício, foque no que você tem de bom a oferecer, no que pode ser um diferencial, o cliente também precisa saber o quanto você pode ajudá-lo. É muito mais simples do que você pode imaginar, mas é preciso muita disciplina e também coragem para fazer a correta leitura da atual situação e identificar os pontos a serem melhorados. Lembre-se de que se o “cliente tiver razão”, é porque você falhou em algum ponto !!

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sábado, 28 de maio de 2011

..a função social das Leis..


Estive acompanhando uma audiência pública na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no qual fui convidado a fazer parte da mesa de trabalho. Nas minhas considerações a respeito do tema, quero reiterar alguns pensamentos e expor à vocês. Sempre o problema que temos em todos os setores representativos em nosso país, são as inúmeras leis, decretos e resoluções que são publicados e que transformam significativamente a vida de muitas pessoas. Atividades comerciais são excluídas, proibidas de exercer suas atividades simplesmente de um dia para o outro como se não houvesse vidas envolvidas, para não dizer de choques sócios econômicos e mesmo ambientais. O que isso quer dizer é que aproveitei esta oportunidade para dizer um pouco da responsabilidade que nós da sociedade civil temos diante da complacência dos políticos e legisladores. Não é mais aceitável que este País continue sendo o País das Leis, mas sem eficácia. Leis e mais Leis e sempre um mesmo e único órgão para fiscalizar. O significado da existência de Leis é que relacionado a elas existe uma função social a ser cumprida e o que normalmente vemos é que algumas se tornam nocivas e até extinguem com atividades e setores para depois perceberem o estrago irreversível que foi feito. Precisamos cobrar, exigir que haja monitoramento da aplicação de certas Leis e entender que é preciso mudança de comportamentos nas entidades representativas para que as Leis, sim, tenham sua função social aplicadas para o bem de todos.

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terça-feira, 24 de maio de 2011

A preocupação agora é não perder talentos.


Já escrevi em outras postagens a respeito da importância das empresas investirem em recursos humanos, reciclagem de equipe e principalmente lideranças. Nesta semana foi publicado uma pesquisa da PricewaterhouseCoopers que aponta as novas estratégias das grandes empresas em reter os bons profissionais, já que há uma carência grande no mercado. Ao mesmo tempo que o mercado esta a procura de bons profissionais, as vagas não são preenchidas com a velocidade requerida por simplesmente não haver a formação destes. Requer tempo, uma vida para construir um bom profissional, perfil de liderança, eficaz e principalmente um executivo realizador.Estas mesmas empresas descubriram que as mulheres estão sobrando e bem preparadas, ou seja, que investir em mulheres executivas é um grande negócio e apontam que 40% destas empresas pretendem buscar mulheres para preencherem estas vagas que de forma global, 51% destas empresas pretendem completar nos próximos doze meses. Este é um porcentual muito positivo e que demonstra o quanto vale investir em sua carreira, seus metódos e conceitos, pois ao contrário de outros níveis mais baixos de emprego, a carreira de executivo é mais valorizada e com mais oportunidades de novos negócios. Esta mesma pesquisa, aponta que 74% das empresas brasileiras apostam em recompensas não financeiras para manter em seu quadro os melhores executivos. Concentre-se em aperfeiçoar suas habilidades profissionais, mas lembre-se de que não só conhecimento acadêmico é relevante na seleção, mas também habilidades emocionais e de ações para alcance de grandes resultados.

marcocantuaria@hotmail.com

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sábado, 21 de maio de 2011

bom amigo e bom vinho..


Hoje reencontrei um "velho" e grande amigo. Sempre que eu reencontro o Wilson, para mim a maior sumidade em vinhos no Brasil, reconhecido internacionalmente e também já premiado como o melhor somelier do Brasil, o papo bom é garantido. O melhor de tudo é que a conversa principal esta justamente nesta paixão que temos, Vinho ! e assim sempre aprendo um pouco mais sobre este néctar dos Deuses que alegra nossas vidas. Tomar um bom vinho é esquentar o coração e alma com os amigos e pessoas queridas, é alegria de se viver as boas coisas da vida. Recomendo que visitem o site da importadora do Wilson, e fiquem a vontade para perguntar à ele o que desejarem sobre vinho, quero compartilhar com vocês também um grande amigo e profissional.

Sucesso Wilson !!

http://www.wewwine.com.br

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terça-feira, 17 de maio de 2011

é preciso parar de previlegiar os atrasados..


Vejo que sempre se alega que as informações não chegam, utiliza-se desta prerrogativa para desviar condutas equivocadas ou ilicitas muitas vezes por determinados setores. Vejo em todos os níveis de representações esta situação sendo apontada como problema, mas o que fazer se esta impregnado neste dna brasileiro, aguardar que o governo seja sempre responsabilizado por algo que depende 90% da sociedade civil. Folhetos, cartazes, cartilhas, cartas, enfim todo "lixo" será sempre insuficiente para satisfazer informativamente à aqueles que deveriam ter movimentações esperadas por reconhecerem a informação, informações estas que não sendo reconhecidas causam prejuízo logo aqueles que poderiam ser beneficiados.
A solução para mais este vicio cultural é mudança de comportamento, é preciso resistir, é preciso ter atitude, que as entidades possam sistematicamente comunicar associados até que estes entendam que informação é essencial para quem escolheu ser representativo, é preciso parar de se privilegiar os atrasados neste país, os desinformados, não se pode mudar um sistema racional por aqueles que se acomodam em esperar que informações cheguem ao seu colo.
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