quarta-feira, 20 de julho de 2011

continue ajudando seu líder..

O acessório acompanha o principal e não o inverso. Pois é, sabemos daqueles casos em que o líder, o chefe não tem a competência necessária para comandar e motivar a equipe, mas nestes casos costumo sugerir que o melhor a fazer é continuar a oferecer apoio e serviços. Confie no seu potencial, apresente resultados e mais ainda dê o suporte necessário para que o líder possa até mesmo ser avaliado pelos superiores, pois desta forma sim, não há como ser o que realmente alguém não é. Assim, ajudando, servindo é que recebemos na hora certa os resultados.
Se o líder for recompensado você também será reconhecido e se por algum motivo ele for sustituído as chances de seu nome ser preferido será grande.É a lei do universo amigos, exale amor, trabalho e confiança, e tudo conspirará para que seus planos deem certo !

sábado, 16 de julho de 2011

Administrar no século XXl

É preciso ampliar um pouco mais, certos conceitos do passado, pois vejo que muitos empresários do século XXI, estão ainda administrando suas empresas como no século XX.
Antes o foco era apenas em cliente = custo e margem de lucro; porém há hoje outros valores que foram agregados aos serviços e produtos  e que devem ser motivos de maior atenção. Investimento em seleção de pessoal, habilidade emocional dos funcionários; ter sua Marca relacionada e integrada a comunidade; e o quanto a empresa se torna um ambiente propicio para gestão com seus funcionários são hoje valores  que estão mais relacionados as exigências deste novo tempo. Até mesmo a preocupação em relação a fornecedores éticos  estão sendo monitorados pelo mercado e clientes. Estes se importam hoje em adquirir produtos e serviços que colaboraram para a melhoria da vida das pessoas que estiveram relacionadas com a produção deste. É claro que nas pequenas e médias empresas estes novos conceitos também devem ser empregados, basta uma revisão nos procedimentos atuais e com uma visão mais ampla reconhecer o ambiente de trabalho e também o que há ao redor. “Dar para Receber” deve ser exercitado não só em nossas vidas, mas também no gerenciamento de uma empresa.Faça algo para comunidade que sua empresa faz parte. E tudo isto proporcionará mais lucros, pois você enxergará novos negócios e oportunidades ao redor, conhecerá a rotina, a vida e as necessidades do bairro e de seus clientes.
Outra questão, um desafio: não é fazer o igual ser melhor, mas ser indispensável  por ser melhor;   toda diferença esta em estratégia,  inevitável para que administradores trabalhem  o negócio e não no negócio.  O conceito de cuidar de sua empresa não esta necessariamente ligada a que o dono precise ficar 24h “atrás do balcão”. Como se explica o sucesso de se ter 10, 20 filiais? Trabalhar o negócio é a resposta, que  é conseqüência deste itens que relacionamos acima e que permitem enxergar no horizonte as oportunidades. Saía de traz do balcão. Conheça sua vizinhança, seus clientes e concorrentes, saiba como sua empresa é vista por todos, talvez você se surpreenda, mas reformulará rumo ao sucesso!


Publicado na Edição 417 do Jornal de Peruíbe.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

você sabe dizer não ?



Falar não é realmente dificil, mas as vezes necessário e importante.
Quase uma virtude a ser desenvolvida, já que imprescindivel para que a capacidade de execução de projetos e tarefas possam estar dentro dos padrões que você define como de "alta performance". Lembre-se que são com os resultados que se avalia o potencial de um "Realizador".  Geralmente a capacidade desta ação, motiva que você seja uma pessoa mais equilibrada e certa quanto aos objetivos, mais vale um Não do que um trabalho assumido e não correspondido, concentrar-se e ter em mente as prioridades e projetos, seja de curto, médio e longo prazo. Tente visualizar pelo menos sua vida para o ano em exercicio, e priorize as ações que exigem todos os seus esforços para o sucesso !
marcocantuaria@hotmail.com
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

algumas ações mágicas..


Já notaram o quanto um elogio, um incentivo, um reconhecimento em determinado momento pode ter força mágica em sua equipe ou colega ?
É interessante o quanto ainda me surpreendo lidando com pessoas, até mesmo naqueles mais experientes a química faz efeito surpreendente.
Pode mudar muitas coisas, seja no mundo corporativo, seja em tecnologia, mas o homem ainda é movido por emoções e precisa a todo instante de combustível. Alguns precisam de mais, outros de menos, mas todos precisamos, porém como tudo na vida, também é preciso ter razoabilidade, ter harmonia e bom senso nestas "relações químicas", pois o combustível é formado também por outras disposições importantes, que aparecem como consequência de resultados de sucesso !! Faça seu elogio hoje..

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Turismo de Saúde e a Lama Negra de Peruíbe


Certo da eficácia de métodos de gerenciamento e liderança, iniciaremos agora um trabalho focado no efetivo gerenciamento do Lamário. Após algumas avaliações chegamos na identificação de um profissional que será o responsável por aplicar o plano de trabalho que apresentarei. O Lamário precisa a partir de agora de uma transformação operacional, pois devemos nos preparar para o fomento do Turismo de Saúde, que será mais um pilar de nossa econômia com a ajuda da nova Lama Negra de Peruíbe. A Fangoterapia estará em alta.
Inúmeros protocolos de interessados na aquisição da Lama já foram requisitados e a profissionalização destes é inevitável, assim, ofereceremos suporte técnico, de marketing e operacional para todos que se manifestarem a favor de trabalhar com a Nova Lama Negra. Uma campanha de Marketing já começa a ser discutida e será em breve iniciada para de forma global manter a cidade mais interessada neste produto e no poder de transformação que ela tem, se bem trabalhada por todos.
O Lamário deve ser fortalecido como um Show Room, este Centro Demonstrativo do uso da Lama Negra, mas que tenha uma missão prioritária, a de preparar os profissionais a oferecerem o melhor serviço com a melhor Lama à clientes realmente exigentes, pois estes são o nível de turistas que serão atraídos para cidade a partir da implantação deste projeto. Nossa missão será a de disponibilizar o produto, mas com acompanhamento, monitoramento e oferecer alto nível de capacitação para que transformações e resultados aconteçam em um curto prazo de tempo. Acompanhe ! Faça parte deste projeto !

domingo, 26 de junho de 2011

Embaixadora da Boa Vontade !!




Meu nome é Julia Canhadas Ribeiro e tenho 17 anos.
No dia 12 de Agosto de 2010, embarquei no aeroporto de Guarulhos para uma viagem de 31 horas e meia até a “Terra do Sol nascente”.

Meu intercâmbio por meio do YEP (Youth Exchange Program), idealizado pelo Rotary international e apoiado pelo Rotary de Santos.

As casas das minha host familys foram todas em cidades na divisa entre as províncias de KANAGAWA e TOKYO. Entretanto, a cidade de minha escola chama-se SAGAMIHARA, localizada à cerca de 300 km da usina atômica de FUKUSHIMA.

Dia 11 de março deste ano, estava em um dos ginásios da minha escola ensaiando para uma peça de teatro, quando um tremor de mais de 5 graus atingiu minha região. A estrutura não cedeu, mas o barulho foi estrondoso, digno de choros e gritos de todos os alunos presentes. O desespero tomou conta de mim; impossível ficar de pé ou se deslocar. Ao término, professores e funcionários evacuaram todos os alunos para o “grande campo”. Com um megafone fomos avisados: “este tremor veio do norte. Temos informações de que um pós-choque nos atingirá em cerca de cinco minutos”. Dito e feito. “O país está em alerta de tsunamis. Ônibus e trens estão parados. Aqueles que puderem chegar em casa em menos de 15 minutos de bicicleta ou andando serão dispensados mais tarde. Lembrando de que deve-se contatar a família antes. Todas as atividades da escola estão suspensas. Para a fração de alunos que vão permanecer na escola, vocês serão organizados em salas de aula. Por ora todos devem pegar o material e retornar ao campo. Ainda há grandes riscos de tremor.
Minha rota da casa de minha família na época, até a escola, totalizava de 50 minutos. Eu precisava andar de bicicleta, tomar trem e andar. Por ser intercambista, eles diriam que pensariam em outra solução. Porém, por enquanto, estaria no segundo grupo. Após duas horas e inúmeros tremores, pediram que eu fosse à casa de minha SEGUNDA família, à 10 minutos da escola. O vento soprava na direção contraria, a ponto de me desequilibrar incontáveis vezes. Consegui chegar ao meu destino em torno das 17:30., e pude ver nas notícias imagens ao vivo dos tsunamis. Ainda no mesmo dia, fui transportada de volta para a casa em que estava morando : sem luz. Fiquei na parte em que foi atingida pelo primeiro apagão. A noite foi fria, sem aquecedor. As linhas de telefone congestionadas. Sem internet. Não possuía maneiras de entrar em contato com ninguém do Brasil.
O dia amanheceu cinza e triste. Caminhei ate a estação para ir à escola. Esperançosamente, o ensaio não teria sido cancelado. Os trens já funcionavam, em uma taxa de 30% da circulação habitual. O ar estava pesado, mas todos foram de cabeça erguida trabalhar. Muitos faltaram ao ensaio, já que passaram a noite na escola; e por morarem longe, os pais preferiram que permanecessem em suas residências. A semana seguiu-se da mesma forma. Com a instabilidade da energia elétrica, rotações de apagões foram feitos: bairros foram agrupados em diversos grupos, cada um com um horário diferente para cumprir com apagão caso a luz faltasse; muitas linhas de trem estavam paradas; as que funcionavam, com apenas uma porcentagem da atividade normal. Incrível como todos que podiam sempre iam à escola. O número de compra de tênis esportivos cresceu no país: criou-se o hábito de acordar mais cedo e ir ao trabalho à pé. As duas semanas que sucederam o acontecido, ao menos um tremor intenso por dia e inúmeros de escala menor. Foi em um dias desses que eu passei por um tremor ainda maior, de mais de 6 graus.
Não houve um dia em que o povo baixou a cabeça e aceitou a situação. Não foram coagidos nem mesmo após o acidente nuclear. Nunca deixaram de lutar, nem por um dia. Trabalhavam, estudavam; tentavam manter uma rotina normal. Eles sabiam que a situação não era boa, mas “lamentar não leva à nada” como disse um de meus pais japoneses. Eu decidi ficar e ajudar. Fiz muitos trabalhos voluntários para arrecadar dinheiro; economizei luz e água; racionei comida. Em uma das reuniões rotineiras no Rotary, meu conselheiro orgulhosamente bradou: “ Você realmente aprendeu a ser japonesa. Você nos entende e entende nossa cultura. É uma pena que esteja aqui em um tempo como esse. Mas você verá, tudo vai ficar bem. Acredite no Japão, por favor.” E eu repito: acreditem no Japão.
O período que fiquei fora do Brasil somou-se 10 meses. Passaram rápido e, não fosse o acidente nuclear, tenho certeza de que completaria o ciclo de 12 meses e ainda pediria por mais. O segredo é adaptação, e ouso dizer que eu soube adaptar-me muito bem. Só estou tendo dificuldades agora para me reintegrar ao Brasil. (risos)
Fui hospedada por três famílias. A quarta já estava se preparando para me receber quando minha volta foi solicitada. Todas completamente diferentes, divergindo em diversos pontos como exigências, construção familiar, envolvimento, comida etc. Minha primeira mãe foi Filipina e, mesmo após 20 anos no Japão, admitia não dominar o idioma. Ela me auxiliou muito quanto aos costumes, me preparou. Além do mais, o meu pai era bastante aberto à diferenças culturas, amenizando bastante meu choque cultural. Eu era filha única, assim como sou no Brasil, entre outras semelhanças.
A segunda era composta por mãe, pai, dois irmãos, uma irmã, avós e uma cadela bacê ( a cookie). Meus irmãos estavam ocupados de domingo à domingo, o dia todo, o que me inspirou muito a procurar atividades para manter-me ocupada. Em duas semanas de adaptação, comecei tantos cursos e aulas que mal tinha tempo para conversar com meus pais. Uma vez ao mês era muito.
No Natal, recebi uma ligação de meu pai brasileiro solicitando que participasse por internet da ceia. Lembro-me bem, que passei meu Nata,l afundada em deveres de férias. Meus irmãos, todos fora o dia inteiro, trabalhando, estudando ou treinando esportes. De noite comemos “bolo de Natal”. E só. Por incrível que pareça, não senti falta de nada. Sentia-me tão integrada na cultura que já estava começando a pensar como uma japonesa.
Já a minha terceira família, era um casal de idosos de 70 anos cada um, e uma das filhas de 30 que ainda não estava casada. O pai, bem restrito. A mãe, muito “moderna” e energética. Talvez tenha sido a mais difícil para adaptação, mas mesmo assim, não tive problemas. Estava sempre tão ocupada com atividades na escola, e minha mãe me mimava como uma avó (risos).Gostei tanto deles quanto às famílias anteriores.
O meu conselheiro também foi um pai para mim. Nunca me recebeu para mais de um jantar em casa, mas sempre se preocupava comigo, estava aberto para me ouvir sempre além de procurar sempre o melhor para mim. Meus pais certamente nunca confiaram em outra pessoa como neste meu conselheiro. Arrisco dizer que é a pessoa que mais me apeguei e que mais sinto falta do Japão. É o meu segundo pai...e mãe!
Eu freqüentei uma escola pública, renomada em todo o Japão. Como o ano letivo vai de abril à março, entrei cursando o segundo ano do ensino médio. Entrei para os clubes de Vôlei, caligrafia, cerimônia do chá, art-live e dança. Eu tinha permissão dos professores para revezá-los, podendo assim participar de um maior número já que todas as práticas são diárias (domingo à domingo). Fiz aulas de Kendo (luta com espadas japonesas) e de japonês à parte. Pratiquei esqui e patinação no gelo também. Enfim, aproveitei ao máximo. Se há algo que posso afirmar de meu intercâmbio é que eu aproveitei ao máximo. Por me esforçar tanto para conhecer a cultura, e até mesmo por fazer todas as provas, cativei e impressionei meus professores.
O idioma foi difícil no começo. Em duas semanas me acostumei com o “kangaekata”, ou seja, a forma de se pensar. Então já conseguia pelo menos entender. Então comecei a assistir seriados, desenhos, filmes etc. Isso foi muito importante para aprender um vocabulário muito variado. A partir do meu segundo mês, toda semana alugava da biblioteca municipal cerca de 5 livros infantis. Com o tempo passei à livros e alguns jornais. Mesmo que usasse muito dicionário, sempre somava como aprendizado. Ainda sim, o mais importante é conversar. Procurei nunca desperdiçar tempo com colegas. Sempre falando, sendo corrigida, prestando atenção nos sotaques e formas de falar. Fui muitas vezes elogiada de meu japonês ser muito natural para uma estrangeira. Hoje já me expresso muito bem na língua.
Acredito que intercâmbio é o primeiro passo de um caminho que nos direciona à um mundo melhor. Se existe um meio de atingir a paz mundial, é através do respeito mútuo entre as nações; Se desde jovem você aprende a gostar de uma outra cultura, de um outro povo, você também abre a mente e compreende que todas as outras também são válidas; são apenas outras formas de ver o mesmo mundo. Desempenhar o trabalho de embaixadora amigável é, acima de tudo, mostrar às pessoas que você aprova, admira o país dela, respeita tanto quanto a própria pátria. Você toca, alcança o coração de inúmeras pessoas. Elas vão passar a  compreender e respeitar diferenças também. É um efeito dominó. Há pelo menos 10 amigos que decidiram fazer intercâmbio ao me acompanhar. É, sem dúvidas, o melhor ‘trabalho’ do mundo.
Há uma diferença entre a vida de adolescente e de uma intercâmbista. Intercâmbista não tem preferência de comida; come qualquer coisa. Não tem dor de cabeça, de barriga; está sempre bem disposto e com sorriso no rosto. Não reclama; tudo está sempre perfeito. Não sente saudades de casa; se adapta.
Eu me integrei em outra cultura. Eu aprendi a me adaptar. Eu senti como a vida é frágil, como pode não haver um amanhã. Desenvolvi ainda mais independência. Eu cresci.
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sábado, 18 de junho de 2011

Importantes dicas para entrevista de emprego.

São em alguns pequenos mais importantes detalhes que se perde uma oportunidade nos dias de hoje, onde além de um mercado repleto de bons candidatos e a oferta cada vez mais restrita, passar cada fase de conquista à uma vaga é um exercício para os que estiverem preparados. Coordenei um trabalho de seleção de pessoal voltado para uma casa de serviços. Seriam selecionados aproximadamente 20 funcionários em diversas funções. Os currículos foram requisitados a serem enviados por e-mail e chegaram mais de 400 deles. Selecionamos 80 a participarem de uma entrevista. E é neste momento que a maioria não esta preparada e as vezes por detalhes. Estudar o mercado, a função que pretende pleitear, conhecer um pouco da empresa ou do sistema aplicado possibilitam que o candidato participe da entrevista com mais segurança e atraia o interesse do entrevistador.
Naturalidade, seja você mesmo e não vá com nada decorado. A preocupação com o modo de vestir e detalhes como sapatos, bolsa e asseio pessoal fazem a diferença, acredite ! mas é no momento que você abrir a boca é que será avaliado. Ao chegar ouça atentamente, deixe que se esgote o que o entrevistador tem a dizer, pois você terá a sua vez, fique tranquilo.
Tenha em mente o objetivo que deseja caso seja contratado pela empresa, pois perguntas como, Porque gostaria de trabalhar nesta empresa, são utilizadas de primeira e costumam fazer a diferença. Saber o que o mercado paga em média pela função que deseja ajuda a interagir com o entrevistador e demonstra conhecimento de mercado.Separe um momento para finalizar dizendo de suas habilidades e o porque a empresa fará uma boa escolha ao contratá-lo. Destaque-se !

marcocantuaria@hotmail.com

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

inspire-se








A satisfação em concluir projetos é muito gratificante. E o melhor é a certeza de que você conseguiu alterar a vida das pessoas, que é possível de alguma forma, mesmo que indiretamente melhorar a vida das pessoas. É assim que devemos nos inspirar para criarmos e desenvolvermos projetos. Mesmo que seja algo tão pessoal ou profissional, inspire-se para encontrar uma forma de expandir e atingir pessoas, a vida das pessoas, pois esta é a magia que faz as coisas acontecerem, é o que fica ao final de sua grande inspiração. É possível fazer algo pensando em você, mas que ao final irá envolver tantos outros, experimente.

sábado, 11 de junho de 2011

empresas que pedem para ser amigas estão equivocadas !!


É indiscutível o espaço que as ferramentas sociais na Internet tomaram em nossas vidas, sem dúvida estamos vivendo o que podemos chamar de conectividade total. São poucas as ações em nosso dia a dia que não podem ser resolvidas por meio de conexão, mesmo que indiretamente. Mas também é notório que estas mesmas ferramentas de hoje, após uma fase intensa de sucesso passam a ser bombardeadas por formas "poluídas" e equivocadas de manifestações, que tornam o uso destas menos atraentes, sem falar na descaracterização da privacidade, pois aquilo que deveria formar uma rede de amigos acaba sendo atacada vorazmente pelo comércio eletrônico que se forma ao redor e acessoriamente. Quero dizer que mais uma vez se inverte alguns conceitos e o Principio do menor esforço também se aplica ao mau uso destas ferramentas por empresas que pedem para ser seus amigos!! ora, não seríamos nós que deveríamos pedir para ser amigos ou fãs de certa empresa ? Não haveria elas de nos tornarem fãs dos serviços ou produtos por elas oferecidos? ao contrário vemos o que para elas são um sinal de conquista de espaço, para a maioria dos usuários se tornam as "chatas" da conectivade social. Parece-me que ainda procuram por atalhos que não se pode criar, ou seja, primeiro estabeleça uma relação de "ajuda” e comprometimento com seus clientes para depois oferecer a estes uma oportunidade de conexão com a Empresa. Tenha seguidores reais e não apenas virtuais em sua empresa, o trabalho e o caminho são mais longos e duros, pois não é possível criar carteira sólida e respeitável de clientes, sem antes de receber, Servir..

marcocantuaria@hotmail.com

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

aprenda a melhorar o seu dia a dia na empresa..











Sempre me perguntam a respeito da organização de um dia de trabalho, ou seja, como melhorar o dia a dia do gerenciamento de uma empresa? Respondo dizendo que primeiro você precisa melhorar o gerenciamento da sua vida, você precisa ter real noção que mudança de comportamento é essencial. É preciso ter alguns momentos pré definidos no seu dia de trabalho para gestão. Reserve inicialmente 1 hora de pura concentração para você e sua empresa. Isso não quer dizer que esta 1 hora você deve deixar de almoçar ou ficar após o expediente. Gestão inteligente e estratégica é o que você deve construir e não destruir sua vida, pois sua empresa precisa de você bem. Chamo de gestão, porque esta 1 hora você focará passo a passo em tomar decisões e planejar. Comece com as pendências mais antigas, procure ser prático, se perceber que o negócio não anda, reserve ao lado e passe para o próximo até conseguir chegar às ações que serão objetivos para o futuro. Perceba horários que você tem mais possibilidade para realizar esta gestão com planejamento, você precisa todos os dias criar algo novo, que seja um e-mail, mas coloque também no papel um projeto para médio ou longo prazo e crie ações para este projeto, acompanhe e sinalize cada ação realizada. Tenha sua própria lista para monitorar o que você delegou inclusive o que colocou como missão para você, pois cobrar resultados e prazos torna você um realizador. Alcançar 2 ou 3 horas de gestão por dia é muito trabalho, e é mais do que suficiente para um gerenciamento de sucesso, até em uma grande empresa. Perceba quanta energia é dispensada por dia para coisas que não contribuirão para o sucesso da empresa. A receita é otimizar seu tempo, gastar energia em gestão realmente, fora disto, você sem culpa poderá ir fazer seu network, vendas e aquele cafezinho que faz parte do negócio também. Para quem acha impossível reservar esta hora, digo que se você iniciar criará um hábito, onde funcionários, vendedores e outros mais aprenderão que neste horário você não esta disponível, afinal, mudança de comportamento, ninguém poderá fazer por você,como eu disse, é com você!

Publicado na Edição 416 do Jornal de Peruíbe

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